Atletas da luta olímpica iniciam temporada em competições internacionais

22/01/2015 09:51

Breno Barros | Ascom – Ministério do Esporte

No dia 29 de janeiro, as atletas da seleção feminina de luta olímpica embarcam para a Europa para encarar os primeiros desafios de 2015. Elas vão à França disputar o Golden Grand Prix, e depois seguem para a Suécia, para lutar no torneio Klippan Landy Open. No início de fevereiro, os lutadores do estilo livre e greco-romano vão a Cuba para o período de treinamento e para o Torneio Cerro Pelado.

Foto: Aline Silva

O ano de 2014 foi especial para a modalidade, quando a lutadora Aline Silva conquistou a primeira medalha brasileira em campeonatos mundiais, a prata na categoria 75kg. O trabalho desenvolvido neste ano é primordial no ciclo olímpico. “As meninas, que têm as principais chances de medalhas, estão indo para um tour na Europa para treinamento e competições. Os homens vão a Cuba para treinar e encarar um dos eventos mais fortes das Américas e do mundo. Daí em diante os atletas participam de uma série de competições internacionais e nacionais, como o Campeonato Brasileiro e o Pan-Americano da modalidade, que é classificatório para o Pan de Toronto, no Canadá.”, explica o presidente da Confederação Brasileira de Lutas Associadas, Pedro Gama Filho.

A luta olímpica conta atualmente com quatro atletas que recebem o apoio financeiro do Bolsa Pódio, que faz parte do Plano Brasil Medalhas do Ministério do Esporte, voltado para os brasileiros que figuram entre os 20 melhores do ranking mundial das modalidades olímpicas e paraolímpicas: Aline Silva (72kg), Joice Silva (58kg), Dailane Reis (63kg) e Laís Nunes (63kg).

Pedro Gama ressalta que a aproximação do Rio 2016 faz com que os treinamentos e as competições internacionais sejam mais importantes na preparação dos atletas. “Estamos próximos do grande objetivo, que é trazer uma medalha inédita para o país nos Jogos Olímpicos. A partir daqui cada momento é especial. A participação dos atletas brasileiros nas competições internacionais é necessária se para trazer na bagagem e continuar conquistando resultados inéditos”, completa o presidente.

“O nosso planejamento inicial era conquistar uma medalha olímpica em 2020, mas, quando ganhamos a oportunidade de receber os Jogos em 2016, resolvemos antecipar a meta. Assim, direcionamos investimentos na luta feminina e já colhemos os frutos”, diz Pedro Gama Filho.   

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