Rio tem 71% de obras olímpicas em andamento, diz APO; veja balanço

01/08/2014 18:26

G1 fez um levantamento das obras para as Olimpíadas de 2016; confira.
Recursos passaram de R$ 5,6 bi em janeiro para R$ 6,5 bi em julho.

Káthia Mellodo | G1 Rio

A Autoridade Pública Olímpica (APO) divulgou nesta terça-feira (29) a atualização da Matriz de Responsabilidades dos Jogos 2016. De acordo com o documento, a matriz avançou e 71% do total de 52 projetos já têm contratos assinados e obras em andamento. No entanto, 15 obras ainda estão sem orçamento fechado. Segundo a APO, são obras complementares que ainda não foram licitadas mas já possuem projetos. A pouco mais de dois anos do evento, G1 fez um levantamento das obras; confira abaixo.

Os recursos totais passaram de R$ 5,6 bilhões em janeiro para R$ 6,5 bilhões em julho. A maior parte, R$ 4,2 bilhões, sai da iniciativa privada. O valor restante, R$ 2,3 bilhões sai do setor público.

Para o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Fernando Azevedo e Silva, houve avanços desde a primeira divulgação da matriz, em janeiro. "O coração da Olimpíada, que são o Parque Olímpico, a Vila Olímpica e o Complexo de Deodoro, está encaminhado e seguindo bem", afirmou.

Segundo ele, as obras do Complexo de Deodoro, iniciadas no dia 3 de julho, contribuíram para o avanço da matriz. No local, existem 11 projetos de construção e adequação de instalações.

Do vermelho para o amarelo

Na primeira divulgação, os valores e prazos correspondiam a 46% dos projetos. Azevedo e Silva disse que as obras que ainda não foram licitadas não são motivo de preocupação e que tudo será entregues dentro dos prazos, apesar de alguns serem apertados. "O que estava com o sinal vermelho ligado era Deodoro. Eu diria que agora passamos para o amarelo", disse.

Sobre os valores terem passado de R$ 5,7 bilhões para R$ 6,5 bilhões, a autoridade olímpica explicou que não significa um aumento. "Na primeira versão da matriz havia projetos de Deodoro que não tinha valores e agora ele já foi todo licitado e com valores", explicou.

Balanço das obras

Os canteiros de obras se espalham do Centro à Zona Oeste do Rio de Janeiro para a disputa dos primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos na América do Sul. Milhares de operários trabalham para construir as instalações que vão receber os atletas. Do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na Zona Oeste – considerado o coração dos Jogos – até obras de mobilidade e acesso aos locais de provas, como a ampliação e melhorias da Autoestrada Lagoa-Barra, e do Elevado do Joá, na Zona Sul.

Elevado

A obra no Joá começou no dia 20 de junho e tem previsão de ficar pronta em 21 meses. Serão construídos dois túneis e novas pistas, além de uma ciclovia à beira-mar com quase cinco quilômetros de extensão. O valor do investimento da Prefeitura será de R$ 458 milhões.

Complexo de Deodoro

A última obra do projeto olímpico foi lançada há cerca de um mês. O Complexo Esportivo de Deodoro, na Zona Oeste, passará por obras de adaptações e também ganhará novas instalações permanentes e temporárias. A previsão de conclusão das intervenções é o primeiro semestre de 2016. No período de pico das obras, cerca de 1,5 mil operários devem trabalhar no local. O complexo vai sediar competições de 11 modalidades olímpicas e 4 paralímpicas. O valor das obras chega a R$ 800,8 milhões.

Complexo de Deodoro - BMX (Foto: Divulgação)Complexo de Deodoro - BMX (Foto: Divulgação)

A maioria das obras do complexo está pronta, já que muitas instalações abrigaram competições no Pan de 2007 e nos Jogos Mundiais Militares em 2011. De acordo com a prefeitura, o Centro Nacional de Tiro, a piscina do Pentatlo Moderno, o Centro Nacional de Hipismo e o Centro de Hóquei sobre grama precisam apenas de adaptações.

Outras três instalações permanentes e duas temporárias serão construídas no local. A Arena Deodoro, a pista de BMX (uma competição de bicicletas em pistas de terra, que estreou em Pequim-2008) e o circuito de canoagem slalom ficarão como legado do evento, se transformando em parte do Parque Radical, que vai ocupar uma área de 500 mil metros quadrados, o segundo maior parque do município dedicado a este tipo de atividade, atrás apenas do Parque do Flamengo, na Zona Sul. Já a pista de mountain nike, a arena de rugbi e o combinado de pentatlo moderno serão provisórias.

Mudanças urbanas no Porto

Alterações no sentido das ruas, remanejamento de linhas de ônibus e reclamações de motoristas sobre o trânsito caótico no Centro do Rio fazem parte da rotina da cidade desde 2011, principalmente na região da Zona Portuária do Rio, uma das áreas mais degradadas da cidade. O projeto, conhecido como Operação Urbana Porto Maravilha, foi implantado para realização de alterações urbanisticas em cinco milhões de metros quadrados, entre as avenidas mais importantes do Centro:  Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco e Francisco Bicalho.

Uma nova via expressa, com 6.847 metros de extensão, vai surgir na região para a ligação do Aterro do Flamengo com a Avenida Brasil e a Ponte Rio-Niterói, substituindo o Elevado da Perimetral. A obra, iniciada em 1950 e inaugurada dez anos depois, era considerada como uma das vias mais importantes da cidade. Oito meses após a implosão do primeiro trecho da Perimetral, 80% do elevado já foram demolidos.

A última etapa, iniciada neste sábado (26) com a demolição do trecho entre a Rodoviária Novo Rio e a Avenida Professor Pereira Reis, servirá para a implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que circulará no Centro e na Região Portuária. O projeto é integrar os transportes públicos e conectar o VLT com metrô, trens, barcas, teleféricos, BRTs e linhas de ônibus convencionais. Serão seis linhas e 42 pontos (38 paradas e quatro estações), em 28 Km de vias.

Também na região, como parte das obras de revitalização, em outubro de 2013, foi inagurada a Via Binário do Porto, ligando, neste primeiro momento, a rodoviária Novo Rio à Avenida Rio Branco.  Até o fim do ano, será entregue o  túnel do Binário. A reurbanização deu ao local dois espaços culturais. O primeiro deles, já inaugurado, é o Museu de Arte do Rio (MAR). O outro será o Museu  do Amanhã, no Píer Mauá. O prédio, totalmente sustentável, foi projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava .

Mobilidade: Metrô e BRT

A Linha 4 do Metrô vai ter seis estações, ligando Ipanema, na Zona Sul,  à Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Os túneis já estão com 1,7km de trilhos instalados entre a Barra e São Conrado. A obra do metrô está com prazo bem apertado e deve ser a última a ser inaugurada, pouco antes da abertura dos Jogos, no primeiro semestre de 2016. A previsão é que até o início de 2015, o serviço deve ser concluído na via que chega até a Estação São Conrado. De acordo com a Linha 4, em seguida será iniciado o trabalho na via 2, que leva de São Conrado até a Barra da Tijuca.

Cerca de 9 mil operários trabalham nas obras de construção da Linha 4 (Foto: Daniel Silveira / G1)Cerca de 9 mil operários trabalham nas obras de construção da Linha 4 (Foto: Daniel Silveira / G1)

O custo do empreendimento é de R$ 8,79 bilhões, sendo R$ 7,63 bilhões do Governo do Estado do Rio de Janeiro e o restante da Concessionária Rio Barra, responsável pela implantação da Linha 4 do Metrô. As obras contam com 8,6 mil colaboradores, entre contratados e subcontratados.

A partir de 2016, a nova linha deverá transportar mais de 300 mil pessoas por dia e retirar das ruas cerca de 2 mil veículos por hora/pico, de acordo com o consórcio. Serão 16 km de extensão com seis estações.

O BRT (Bus Rapid Transit) Transcarioca, ligação de 39 quilômetros entre a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, e o Aeroporto Internacional  do Galeão, na Ilha do Governador, Zona Norte, teve seu primeiro trecho entregue no dia 2 de junho, pouco antes da Copa do Mundo. A primeira linha do BRT liga o trecho Barra da Tijuca (Terminal Alvorada) ao bairro do  Tanque, em Jacarepaguá. No sábado(26) mais seis estações do BRT Transcarioca foram abertas na Zona Oeste e Madureira, no Subúrbio.

A expectativa com as novas estações é de que o número de passageiros transportados suba de 60 mil para 90 mil por dia. O horário de funcionamento das novas estações será de 10h às 15h. Com a extensão até Madureira, os passageiros poderão fazer a integração com o trem, segundo a Prefeitura.

Dados divulgados pela Secretaria Municipal de Transportes mostram que, desde a  inauguração, o corredor apresentou um crescimento diário de 7,75%. Em um mês, mais de 400 mil passageiros usaram o novo serviço. A previsão é  de que a Transcarioca chegue a transportar 320 mil passageiros por dia.  Quando o BRT Transcarioca estiver concluído, o tempo gasto para ir do Galeão até a Barra da Tijuca será reduzido em 60%.
A via corta 14 bairros populosos onde ainda estão sendo construídas 45 estações, três terminais, três mergulhões, 10 viadutos e nove pontes, duas delas estaiadas.

Atualmente, operários trabalham na construção da Transolímpica, outra ligação de BRT, que vai unir os dois principais locais de competição durante os jogos de 2016. O objetivo é encurtar o tempo de deslocamento dos atletas. Serão 23 quilômetros de extensão, entre a Barra da Tijuca, onde fica o principal pólo dos jogos, e Deodoro, local de competições. O percurso entre os dois pontos, que é feito em cerca de uma hora e meia, será reduzido para 30 minutos, promete a Prefeitura.

A nova ligação contará com três pistas por sentido, sendo uma delas exclusiva para o BRT, e as outras duas para os demais veículos. Pelo projeto, serão 31 pontes e viadutos, 18 estações de BRT e dois terminais. Por causa das obras, os moradores dos bairros por onde vai passar a Transolímpica convivem com poeira, buracos, desapropriações, alterações no trânsito e no transporte. Um desses pontos é o viaduto na Estrada dos Bandeirantes, no cruzamento da via com a Estrada do Calmete e a Avenida Salvador Allende,  em Jacarepaguá. Há cerca de um ano, um túnel está sendo aberto no Maciço da Pedra Branca para desafogar a ligação entre a Baixada de Jacarepaguá e a região de Realengo, na Zona Oeste.

Quando tudo estiver pronto, o Rio finalmente vai ter um sistema público que vai permitir atravessar todas as regiões da cidade sem se misturar ao tráfego dos carros, usando metrô, trens e o BRT.

A Transbrasil, que ainda nem saiu do papel, só será concluída depois das Olimpíadas. De acordo com o projeto da Prefeitura, nos seus 32 quilômetros de extensão, a Avenida Brasil, uma das principais vias de entrada e saída do Rio, vai receber uma série de melhorias viárias, além de um corredor do BRT.

Transporte ferroviário

Para as Olimpíadas, a Supervia informa que estará com a frota de trens 100% refrigerada e composições com idade média de 15 anos. O trem será um dos principais meios de locomoção no Rio, para chegar às instalações do Maracanã, Engenho de Dentro e Deodoro.  Serão 152 trens novos até 2016.  De acordo com a concessionária, haverá reforma e adequação das estações ao padrão internacional de acessibilidade.

Um dos exemplos, segundo a Supervia, é a Estação Intermodal do Maracanã, mas outras 13  também estão na lista. O sistema de sinalização também será reforçado, o que vai permitir maior segurança e confiabilidade nos intervalos entre os trens.

O sistema de aúdio e vídeo, em tempo real, vai usar tecnologia empregada nos principais autódromos e aeroportos do mundo e na estação de trens de Nova Iorque. No total, o sistema de trens do Rio receberá um investimento de R$ 3,3 bilhões até 2020.

Transporte pelo mar

Até o final de 2014, a concessionária responsável pela travessia de barcas de passageiros pela Baía de Guanabara, prevê um reforço na frota de 9 embarcações. Estão em construção 2 de 500 lugares e 7 com capacidade para 2 mil passageiros, em estaleiros de Pernambuco e da China, adquiridas pelo Governo de Estado do Rio. Além disso, 5 catamarãs já estão em operação. Obras estruturais estão sendo realizadas em todas as estações. Na Estação Araribóia, em Niterói, a capacidade total é de  4 mil passageiros.

A CCR Barcas é a quarta maior operadora de transporte aquaviário de passageiros do mundo, navegando cerca de 640 mil quilômetros por ano e transportando, em média, 110 mil passageiros por dia. A concessionária tem 24 embarcações, 1.100 colaboradores e opera seis linhas em cinco estações e três pontos de atracação.

Espaços das disputas olímpicas

Nos locais onde haverá disputas olímpicas, a corrida é para deixar tudo pronto para 2016. Alguns estão sendo construídos do zero e outros, reformados, como é o caso do Estádio Olímpico João Havelange. O Engenhão está fechado há mais de um ano, após o laudo de uma empresa alemã, que apontou problemas na cobertura, que poderiam por o público em risco.

O Engenhão vai ser o estádio do atletismo, considerado o evento mais importante das Olimpíadas. As obras olímpicas estão previstas para começar em março de 2015 e terminar em fevereiro de 2016. Está prevista a ampliação e intervenções como implantação de rede de média tensão, instalação de novo sistema de som , infraestrutura para cabeamento de telecomunicações, aumento no número de câmeras de segurança, adaptação da rampa externa e melhoria na iluminação das pistas.

Estão previstas ainda ampliação das arquibancadas, que passarão de 45 mil  para 60 mil lugares. Elas serão provisórias e podem ser colocadas com o estádio aberto para disputas de futebol. De acordo com a prefeitura, o trabalho é simples já que o estádio foi projetado para receber 7,5 mil assentos extras atrás de cada gol.  Segundo a prefeitura, nenhum centavo de dinheiro público está sendo gasto na obra.

Parque Olímpico

O Parque Olímpico da Barra, na Zona Oeste, é o principal centro de competições dos Jogos Rio 2016.  O espaço deverá receber atletas de 204 países. No cenário de guindastes que toma conta do espaço de mais de um milhão de metros quadrados, já se destacam algumas das estruturas externas do parque que será o local de disputa de 15 modalidades olímpicas e 9 paralímpicas. Estão em construção o Centro Internacional de Transmissão (IBC), as arenas de basquete, lutas e judô, e o Centro Principal de Imprensa (MPC).

Parque Olimpíco (Foto: Carolina Lauriano/jG1)Projeto do Parque Olimpíco da Barra (Foto: Carolina Lauriano/G1)

Na entrada do parque, o cartão de visitas, o Velódromo, é considerado o projeto mais bonito. Diferente do antigo, ele terá uma estrutura permanente, autossustentável e com capacidade para até seis mil assentos.

Há dois anos, após a demolição do antigo autódromo de Jacarepaguá começaram as obras de terraplanagem, construção das fundações e a instalação da infraestrutura subterrânea - como redes de água, gás, esgoto, elétrica e drenagem. Nos três halls Olímpicos, que juntos vão formar o Centro Olímpico de Treinamento (COT) após os Jogos, as obras estão em fase final de fundação e montagem de pilares, com as paredes e primeiras lajes do terceiro pavilhão já em construção.

No Centro Olímpico de Tênis, no Velódromo Olímpico do Rio, no Hall Olímpico 4 e no Estádio Olímpico de Desportos Aquáticos, as obras caminham para a finalização da etapa de fundação, enquanto começa a instalação das estacas metálicas e dos primeiros pilares.
As obras do Parque Olímpico da Barra estão previstas para serem entregues entre o segundo trimestre de 2015 e o primeiro de 2016.

Vila Olímpica

O gigantesco complexo de 3.604 apartamentos e 17.950 camas tem que abrir as portas 20 dias antes das Olimpíadas. A maioria dos hóspedes vai ficar bem perto dos locais de competição e com um cartão postal diante das janelas que ainda vão surgir.

Voluntários

Dentro de um mês, no dia 28 de agosto, estarão abertas as inscrições para o Programa de Voluntários Rio 2016. A primeira fase são as inscrições online. Em 2015, estão previstos testes de aptidões e entrevistas.  Serão selecionados 70 mil brasileiros e estrangeiros que vão ajudar a realizar os primeiros Jogos Olímpicos e Paralímpicos da América do Sul.

Entre os benefícios, estão curso de idiomas, alimentação e transporte locais, além de certificado de participação. Para participar, basta ter idade mínima de 18 anos em maio de 2016, ensino fundamental completo e disponibilidade para o processo seletivo e atuação no período dos Jogos.

“Os voluntários são imprescindíveis para o sucesso dos Jogos, pois são a alma do evento. Uma pessoa até pode passar pelos Jogos sem ver um atleta, mas é impossível não ter contato algum com um voluntário. Eles participam de todas as atividades, ajudam a dar informações para os espectadores, assessoram chefes de Estado e dão apoio às operações das cerimônias”, conta Flávia Fontes, gerente do Programa de Voluntários do Comitê Rio 2016.

Durante os Jogos, os voluntários poderão atuar em mais de 500 funções, como intérpretes, recepcionistas, motoristas, assistentes, repórteres, enfermeiros, entre outras.Os interessados podem acessar a página www.rio2016.com/voluntários.

Meio ambiente

Um dos principais desafios dos jogos é a limpeza da Baía de Guanabara, onde estão previstos as provas de vela dos Jogos 2016. O primeiro teste está marcado para a semana entre os dias 2 e 9 de agosto quando vai ocorrer  a primeira regata de vela com participação de cerca de 300 atletas de 34 países.

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado, a área de competições de iatismo da Olimpíada, do Pão de Açúcar até a Ponte Rio-Niterói, irão acontecer em uma área onde o único desafio é o lixo flutuante, já que a baía neste trecho está própria para o banho. O governo informou que para garantir a água sem lixo, aumentou o número de ecobarcos e está construindo novas ecobarreiras nos principais rios que poluem a baía.  A medida poderá evitar acidentes com os competidores.

De acordo com a secretaria, novos sete ecobarcos foram incluídos na limpeza do lixo flutuante. Em janeiro, a operação foi iniciada com três embarcações de porte médio. No primeiro semestre de 2014  eles recolheram  90 toneladas de resíduos sólidos. Com 10 barcos eles pretendem coletar 35 toneladas por mês de lixo nas águas da Baía de Guanabara.

Segundo o governo, além dos barcos foram reconstruídas as três principais ecobarreiras da baía, atingindo os rios Meriti, Irajá e o Canal do Mangue. No total, são 11 ecobarreiras no entorno da Baía de Guanabara que retêm quatro mil toneladas de resíduos sólidos por ano, cerca de 11 toneladas por dia. Até 2016, estão previstas outras oito ecobarreiras em rios e canais que desembocam na baía.

Manifeste sua opinião sobre essa matéria

Nenhum comentário encontrado.

Novo comentário