Museu Antônio Parreiras

Museu Antônio Parreiras

O Museu Antônio Parreiras (MAP) é um museu brasileiro dedicado à preservação da memória e da obra de Antônio Parreiras (1860-1937), um dos maiores pintores brasileiros. 

Rua Tiradentes 47 - Ingá

Telefone do Núcleo de Apoio: (21) 2717.1000

Telefone do Núcleo Técnico: (21) 2717.1720

FUNCIONAMENTO

  • terça a sexta-feira de 10 às 17 horas 
  • sábado e domingo de 13 às 17 horas.  

O Museu Antônio Parreiras é um museu estadual, subordinado à FUNARJ, órgão da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro. Instituído pelo Decreto-Lei nº 219, de 24 de janeiro de 1941, o museu foi inaugurado a 21 de janeiro de 1942, como o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista.

O museu ocupa três prédios que pertenceram ao pintor e à sua família: sua antiga residência, seu ateliê e residência de seu filho Dakir (1894-1967), e da sua filha Olga, que foram adaptados como museu. Sua área total cobre 5 mil metros quadrados. O museu foi tombado em 1967 pelo IPHAN. O jardim de 4 mil metros quadrados, incluído no tombamento, foi desenhado e plantado pelo artista.

A antiga residência de Parreiras é um casarão projetado por Ramos de Azevedo e construído em 1894. Ali foram instaladas as salas de exposição e a administração do museu. Em seu ateliê, erguido em 1912 na parte mais elevada do terreno, estão outras salas de exposição, e a casa de sua filha foi adaptada como reserva técnica.

Hoje o acervo do museu é composto por mais de 2.000 itens e é dividido em acervo artístico e não artístico:

No acervo artístico:

  • Coleção Antonio Parreiras, com pinturas e desenhos realizados entre 1883 e 1937;
  • Coleção de Arte Brasileira dos Séculos XIX e XX, com obras de pintores como Georg Grimm, Nicolau Antonio Facchinetti(1824-1900), Eliseu Visconti (1866-1944), Henrique Cavalleiro (1892-1975), Georgina Albuquerque (1885-1962) e outros;
  • Coleção de Arte Estrangeira, com obras européias que pertenceram ao artista e à coleção de Alberto Lamego, onde se destacam pinturas flamengas, francesas e italianas dos séculos XVI e XVII.

No acervo não-artístico:

  • Objetos pessoais de Antonio Parreiras, com paletas, pincéis, cavaletes, caixa de tintas, mobiliário, documentos, manuscritos, fotografias, negativos em vidro e uma pequena biblioteca.